lunes, 19 de diciembre de 2011

Mercosul. União entre países? Ou interesses obscuros de alguns?


Sinceramente, acho já de algum tempo ridículo esse circo que sustenta Paraguai em relação ao ingresso definitivo da Venezuela ao MERCOSUL.
Somente traz benefícios a todos os países integrantes, como o livre comércio intrazona e política comercial comum.
Falar que enquanto o presidente venezuelano Hugo Chávez estiver no poder não aceitarão a entrada desse país, alegando que o Chávez intervém em assuntos internos de outros países é desculpa esfarrapada.
Porque então o Paraguai não corta as relações que tem com o governo dos Estados Unidos? até aquele suposto e suspeito acordo em 2005 entre o até então presidente do Paraguai Nicanor Duarte e a Casa Branca de instalarem uma base militar em solo guarani.
Todos sabem que o país do norte tem sim uma política intervencionista, o vemos hoje na TV, internet, rádio e etc., como agem em relação aos assuntos internos de outros países, principalmente quando existe um interesse por detrás.
Onde está a confiança da soberania do bloco de Mercado Comum do Sul? Acreditam realmente que se a Venezuela for aceita quem mandará no bloco será o presidente Hugo Chávez? Que o Chávez se meterá em assuntos internos somente porque a Venezuela faz parte da MERCOSUL? Não, não é necessário fazer parte de nenhum bloco para se meter em quaisquer assuntos.
Isso é papo furado!
Existe uma declaração assinada pelo então presidente brasileiro José Sarney e o presidente argentino Raúl Alfonsín em 1985 chamada Declaração de Foz do Iguaçu que estabelece a base para a integração econômica do Cone Sul.
Existe um acordo, um tratado entre os países onde tudo passa por votação e acordo de todos, assim é o exemplo hoje que todos os países cederam ao ingresso da Venezuela ao MERCOSUL, mas não foi concretizado graças ao parlamento do Paraguai.
Acredito que existe algo mais por detrás dessa demora do país vizinho e não somente por causa da suposta política intervencionista do presidente venezuelano.
Ótima atitude do presidente uruguaio, José Mujica de uma reunião para a mudança da regra de admissão dos países no bloco, de forma a acelerar a integração da Venezuela como membro pleno.
O governo brasileiro já tinha manifestado interesse para que o país caribenho seja aceito como membro pleno do bloco e havia admitido um mal estar entre os países que formam o MERCOSUL devido à morosidade do Senado paraguaio em relação ao ingresso da Venezuela.
Esperemos que na reunião desta terça possam chegar a um acordo de pelo menos mudar a regra tão burocrática de ingresso de países no Mercado Comum do Sul.

sábado, 17 de diciembre de 2011

Obrigado pela violência, agora teremos paz...




Por estes dias estava lendo a respeito da guerra no Iraque. Que Obama retiraria as tropas norte-americanas do Iraque, depois do sucesso de paz "graças" a intervenção desse país. "Estou orgulhoso de nossas tropas", disse o homem mais poderoso do planeta.


Com isso, o Iraque recupera suas 505 bases militares controladas pelos Estados Unidos em seu território, desde 2003 nessa invasão polêmica.

Hoje li que a OTAN também estaria encerrando sua missão no Iraque. Que boa notícia (antes tarde do que nunca).

O tenente-general Robert Caslen, comandante da missão disse "Nós respeitamos as decisões de um Iraque soberano e saudamos o fato de que os iraquianos são totalmente responsáveis por fazer o seu próprio caminho".


 Mas, já que o povo iraquiano é tão soberano como diz, porque então tiveram que intervir? Porque não respeitaram a soberania desse povo antes? Mas não, fizeram como fazem sempre em todos os países aonde exista algum interesse que não cabe aqui colocar, mas que a maioria das pessoas já está cansada de saber.

O que me deixa pasmo, são comentários como os de Obama. Como é possível que alguém se sinta orgulhoso usando a violência? Como em muitas outras ocasiões, combater terrorismo, com terrorismo? Ou como na Líbia, combater um regime ditatorial de OUTRO país com violência? Que esse governo totalitário estava matando o seu próprio povo é errado, mas como eles sempre dizem depois de invadir, guerrear e saírem "vitoriosos" de suas investidas, "deixamos com orgulho esse povo soberano com a sua administração", também é errado e muito mais, invadir mesmo antes da resolução final de países interessados na paz mundial. 

Mataram Bin Laden sem levá-lo a justiça para ser julgado? Não, o mataram, pois ele matou. Isso é justiça? Não, é violência da mesma forma, é terrorismo da mesma forma. E onde está o corpo? Respeitaram sua tradição e o enterraram (jogaram ao mar) solenemente como dizem? Mas, ele não tinha sido um terrorista que matou a milhares de americanos? Que compaixão é essa? É tudo contraditório, mataram, mas deram a honra de um bom "enterro", que sentimentos e atitudes antagônicas do país "mais poderoso" do mundo. 


Meu Deus, que paz? Sempre que é usada a violência, o que menos se consegue é a paz.
E ainda, lançam slogans em camisetas e bonés do tipo "Support Our Troops" (Apóiem nossas tropas), "Proud of our Soldiers" (Orgulho de nossos soldados) e "Proud to Support outr Troops" (Orgulhoso do apoio à nossas tropas). Que orgulho! Até me emociono. Báh!



Estranho os Estados Unidos não intervirem em alguns países com problemas administrativos semelhantes ao da Líbia. É que não existem interesses em esses países.
Até quando, existirão medidas de países que acham que podem fazer o que quiserem, mesmo que sejam países com status em decadência mundial?

jueves, 15 de diciembre de 2011

Filosofando

Filosofando, lembrei de algo que eu li e acredito ser a mais pura realidade, então juntei com outra frase que li recentemente formando o seguinte:
"Vigiemos os nossos pensamentos. Somos o que pensamos, porem, não há pensamentos sem origens, como não há rios sem fontes"

Parcialidade da Mídia no Brasil


A Folha de São Paulo ao falar do livro "Pirvataria Tucana" (que trata das privatizações - tucanas - em 1995-2002 e levantamento das falcatruas e desvios de dinheiro ), ataca a obra, questiona a credibilidade e os antecedentes do jornalista Amaury Ribeiro Jr. (autor do livro) e sai em defesa dos acusados, principalmente seu candidato preferido ao Planalto, José Serra, coisa que não fez com nenhum outro denunciante dos casos recentes envolvendo ministros do governo federal.


Até quando existirá essa parcialidade descarada dos grandes jornais do país?


Regulamentação da mídia urgente, para dar direito de respostas também para as pessoas atacadas que não sejam do governo Federal (ou simpatizantes).

Vamos nos informar mais?

Antes de comparar as fontes de energias que o país precisa, deveríamos nos informar antes. Mesmo esses atores que contrataram para atacar a hidrelética de Belo monte, que somente leram um script e não tiveram o mínimo de interesse em saber sobre o que estavam falando. Não procurar se informar de todos os lados e deixar que grandes mídias manipulem informação é um dos problemas mais graves do Brasil, aliás, do mundo

Vamos tentar nos informar, antes de sair por ai repetindo o que uma mídia específica publica.

A desinformação é mostra de estagnação.

A busca do conhecimento deve ser uma constante trajetória da vida do ser humano.

O conhecimento é uma janela que se abre para o mundo. Filosofemos, leiamos, vamos nos instruir. Conhecimento é poder!

Abaixo, coloco uma matéria de um jornalista que admiro muito, Paulo Moreira Leite da Época, que fala sobre os meios deenergias. Tema este, tão discutido hoje em dia no Brasil.

http://colunas.epoca.globo.com/paulomoreiraleite/2011/12/13/energia-de-verdade-e-ilusao-eolica/

Porque um e o outro não?

Fizeram um escandalo incrível quando o ex-presidente Lula mostrou um copo de cerveja. Saiu em todoas as mídias numa tentativa de denegrir a imagem do então Presidente da República. Mas fotos como a que apresento abaixo do Serra, ninguém fala nada. Brincadeira? apologia à violência? Não sei, mas não é um bom exemplo, assim como não o foi quando o ex-presidente Lula saiu em fotos bebendo cerveja. Acho que é até pior brincar com uma arma. O que pensaria uma criança? Penso que as duas fotos são maus exemplos, principalmente para as crianças, mas também acho que o foco deve ser de igualdade para ambas as partes. Como é descarada a parcialidade e preferência das mídias oligarcas pelo então ex candidato ao Planalto José Serra.